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¿Cómo influencia a publicidade no nosso cerebro?

25 Abril 2018

A publicidade esta em tudo lado, vivimos a volta de ela. As marcas criam campanhas de publicidade avançadas que entram no nosso cérebro, para que as consumamos.

Nos últimos tempos há muitas campanhas de publicidade em relação os cassinos online e casas de apostas desportivas, como a de Bumbet Brasil. É um bom exemplo para compreender como age a publicidade.

PHD é uma empresa muito conhecida no mercado encarregado de criar diferentes campanhas de publicidade dependendo de cómo esta pode afetar ao cérebro do potencial cliente. Segundo Katrin Grün Meier, diretora da agencia, cada tipo de publicidade ativa um área diferente do cérebro, por o que, conhecendo-as e sabendo o que precisam os clientes é mais fácil conseguir uma venda ou contratação determinada.

Para poder estudar o comportamento do cérebro dependendo da publicidade, são feitos testes de ativação a través de um software especial, o que chamaram Etna.

Descobre as conclusões dos estudos de PHD

A agencia declarou que quando e planificada uma campanha, há que analisar ate o mais mínimo detalhe das mesmas. Os investigadores realizaram diferentes experiências onde fizeram escâneres cerebrais a pessoas voluntarias. O objetivo básico e poder determinar qual e a parte do cérebro que é ativada quando esta em contacto com um tipo de publicidade, assim como que médios podem ativá-las em maior ou menor grau.

Entre as conclusões que obtiveram ate o momento, descobriram que a publicidade a través do radio e capaz de estimular a parte do cérebro que se relaciona com a memória de curto prazo.

Como desenvolveram a experiencia

Escolheram um grupo de voluntários e prepararam a prática escolhendo cuidadosamente anúncios publicitários disponíveis em diferentes formatos. Enquanto os estavam a visualizar, o seu cérebro estava a ser controlado por o que se conhece como um tomógrafo de ressonância magnética. Assim podiam determinar que área estimulava-se com que anuncio, e se existia correlação com o que experimentavam o resto de voluntários.

A pesar de que os estudos vão por bom caminho, alguns expertos se mostram cépticos sobre eles. O argumento que eles dão e que as decisões que são tomadas não sempre são baseadas na razão, e que às vezes deixamo-nos guiar por uma emoção ou sentimento que produze-se num momento determinado (o que geralmente e conhecido como compras impulsivas).

Segundo estes expertos cépticos, existiriam alguns comportamentos que nunca vão ser capazes de predisser, só porque nem o próprio usuário sabe que vai agir de essa forma.

Também encontramos a algumas pessoas que consideram que esta pratica e algo questionável já que serve para controlar o cérebro das pessoas,o que poderia chegar a considerar-se como algo pouco ético.

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